| Notas: | Tít. orig.: The names.
"Amanhã, se a manhã chegar, se a tempestade acalmar, Cora irá registar o nome do filho. Ou talvez, e esta é a sua verdadeira inquietação, vá definir quem ele será.
Corre o ano de 1987. Nos resquícios de uma grande tempestade, Cora sai de casa com a filha de nove anos para registar o nascimento do bebé. O marido espera que ela cumpra uma tradição familiar antiga e lhe dê o seu nome. Mas, no momento da decisão, Cora hesita: será justo que a criança carregue o peso de gerações de homens autoritários e dominadores? A escolha que fizer agora poderá alterar o rumo das suas vidas: Bear, um nome escolhido pela irmã, tão imprevisível e arrebatador quanto a tempestade que o trouxe ao mundo; Julian, o nome com que a mãe sonhou, acreditando que lhe dará a liberdade de se tornar quem desejar ser; ou Gordon, o nome do pai e moldado à sua imagem. Haverá ainda margem para quebrar o padrão?
Esta é a história de três nomes, três destinos possíveis e das infinitas possibilidades que uma única decisão pode desencadear. É a história de uma família e da força do amor, capaz de resistir a tudo o que o destino lhes reserva."
(Porto Editora, badana)
"Um sucesso absoluto: comovente, evocativo e totalmente convincente."
(The Times, capa)
"Radicalmente original e emocionalmente profundo."
(Observer, capa)
"Devastador e, ainda assim, repleto de esperança... Excecional."
(Mail on Sunday, contracapa)
"Escrito com beleza, sabedoria e ternura... Verdadeiramente original."
(MOYES, Jojo, contracapa)
"Brilhante, profundo, profundamente humano e com o ritmo de um thriller. Florence Knapp escreve com uma mestria e paixão excecionais. Em The Names, recria incansavelmente, e com uma beleza rara, não apenas a perda e o luto, mas também o renascimento e o encanto sem fim."
(Washington Post, contracapa)
"Os Nomes destaca-se como uma estreia original e absolutamente cativante."
(The Guardian, contracapa)
"Knapp não evita os golpes emocionais mais intensos, mas a sua narrativa comovente e compulsiva é uma afirmação da vida."
(Daily Mail, contracapa)
"Um potencial clássico. Um daqueles raros romances que justificam plenamente o entusiasmo gerado."
(Independent, contracapa) |