| Notas: | "Li este livro com o meu filho ao colo. Ele tem sete anos. A meio, parou e perguntou: «Mamã, tu também tens uma amiga cinzenta?». E eu chorei. Chorei baixinho, para não o assustar, porque percebi que ele a viu em mim e eu nunca lhe tinha falado dela. A Amiga Cinzenta é daqueles livros que deviam estar em todas as casas, em todas as escolas, em todas as mãos. Se há um livro que pode abrir espaço para conversas que salvam, é este. É um livro que faz o que os melhores livros fazem: transforma-nos."
(Mãe anónima, contracapa)
"Este livro explicou à minha filha o que nem eu sabia explicar. Deu-lhe palavras para perguntar. E deu-me coragem para responder. Se é pai, se é mãe, se ama alguém, este livro é obrigatório. Há dores que crescem no escuro e este livro acende uma luz. Há crianças que já sentem o peso, e pais que já o carregam há tempo demais. No meio disso tudo, está este livro. Pequeno por fora. Enorme por dentro."
(Pai anónimo, contracapa)
"Eu li o livro e chorei um bocadinho, mas foi bom. A menina cinzenta parece a cosa triste que às vezes vem quando ninguém me vê. Ela senta-se comigo e não diz nada. E eu também fico calada. No livro percebi que ela vai embora se eu abrir a porta. Mesmo que seja só um bocadinho. Depois mostrei à minha mãe. Ela ficou quieta e abraçou-me. Disse que também tinha uma amiga dessas. Agora já não tenho tanto medo. Se alguém estiver triste, eu vou dizer para ler este livro."
(Criança anónima, contracapa) |