Biblioteca Municipal de Sever do Vouga

Destaque

Até à ETERNIDADE

Até à ETERNIDADE

 Doughty, Caitlin

  • Exposição Documental | Sobrenatural

  • Formação “CANVA: FERRAMENTA PARA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS GRÁFICOS”, com Cecília Reis

  • Na biblioteca... também se joga!

  • Formação “CANVA: FERRAMENTA PARA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS GRÁFICOS”, com Cecília Reis

  • “O Pequeno País dos Frutos” em teatro de objetos

  • “O Pequeno País dos Frutos” em teatro de objetos

  • Bibliofestas

  • Bibliofestas

  • Bibliofestas

  • Bibliofestas

  • Rir é o Melhor Remédio!

  • Rir é o Melhor Remédio!

  • Rir é o Melhor Remédio!

Notícias

News

Estreia de "O Pequeno País dos Frutos” em teatro de objetos

A peça de teatro “O Pequeno País dos Frutos”, baseada na obraliterária com o mesmo título, de João Pedro Mésseder, estreou no sábadopassado, 05 de outubro, pelas 11h30 no CAE de Sever do Vouga, tendo esgotado alotação. O mesmo sucedeu na sexta-feira, dia 04 de outubro, nas três sessões deantestreia direcionadas ao 5º e 6º ano, estando presentes cerca de 180crianças.

Encenada por Pedro Saraiva, a peça contou com a participação de três jovens atores do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga - Nayara Martins, Stephanie Tavares e Tiago Portela -  que receberam formação durante cerca de 5 meses.  Salienta-se, também, a vertente educativa da iniciativa, que permitiu aos três jovens o trabalho em equipa e o esforço conjunto em prol do sucesso do grupo.

Em homenagem a Sever do Vouga e ao mirtilo, a obra foi abordada de modo a ser retratada em placo de uma forma particular, através do teatro de objetos, e concebida em formato itinerante.



News

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO | Audrey Azoulay

 

Para celebrar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro), a Diretora-Geral da UNESCO, Audrey Azoulay, deixa a seguinte mensagem:


"A pobreza é a pior forma de violência” afirmou Mahatma Gandhi sobre esta causa generalizada de sofrimento e de privação. Hoje em dia, os governos do mundo inteiro tomam medidas e a pobreza não cessa de diminuir, o declínio mais rápido é observado na Índia, no Camboja e noBangladesh.


Contudo, os nossos esforços não são suficientemente ambiciosos.


Ao ritmo atual de redução da pobreza, não atingiremos o nosso objetivo comum de fazermos com que menos de 3% da população mundial viva em pobreza extrema até 2030.  Em vez disso, prevê-se que o valor se aproxime mais dos 6%, o que representa cerca de 420 milhões de pessoas. Além disso, a pobreza afeta de forma desproporcional a África Subsaariana e a Ásiado Sul, onde 84,5% da população vive em situação de privação.


Para compreendermos o fenómeno da pobreza e podermos combatê-la, não basta estudarmos a desigualdade na repartição da riqueza, pois não passa de um elemento entre tantos outros no seio de uma realidade complexa. De acordo com o índice mundial de pobreza multidimensional de 2019, 1,3 bilião de pessoas vivemem situação de “pobreza multidimensional”, o que significa que sofrem múltiplas desvantagens nos domínios da educação, da saúde, da qualidade do trabalho, das experiências culturais, da violência e do bem-estar geral. Metade destas pessoas são crianças com menos de 18 anos, e um terço com menos de 10.


Portanto, temos de ir mais longe e examinar os fatores culturais, ambientais, sociais, espaciais e políticos que são, simultaneamente, uma causa fundamental e um meio de propagação da pobreza.


Este é um elemento essencial do trabalho da UNESCO, principalmente centrado nas raparigas e nas mulheres. A UNESCO utiliza a educação como alavanca pois por cada ano que uma rapariga passa na escola, os seus rendimentos futuros aumentamentre 10 a 20%. Por sua vez, mães instruídas tornarão a escola numa prioridade para as suas filhas. Nesta perspetiva, a nova iniciativa da UNESCO “O futuro da educação” visa transformar a educação para lutar contra a fragmentação e a desigualdade social.


Neste dia, inspiremo-nos em Nelson Mandela que declarou: “Enquanto existir pobreza, injustiça e desigualdades flagrantes no nosso mundo, nenhum de nós poderá descansar verdadeiramente”. A UNESCO, por sua parte, não descansará.